Bem, como dito no post anterior a ideia, era atravessar de buquebus para Colônia, e não parar seguir na estrada, massss devido aos contratempos alcoólicos tivemos que passar a noite em Colônia, e seguir pela manhã a viagem. Acordamos cedo e pé na estrada!
Foi um loooongoo dia na estrada, 650km, diretão, sem parar nem para ir ao banheiro. Nos alimentamos no carro mesmo. Por algum erro geográfico muito louco, vimos que pegando um atalho pela Rota 6 o caminho seria mais curto, e acabamos indo parar em uma Rodovia Federal diferente da qual pegamos na ida, esse trecho que deu mais ou menos 60km, foi todo em estrada de chão, mas pasmem, tinha toda sinalização de quilometragem, curvas, etc., e era um chão bem batidinho, tratado, e apesar da chuva, foi uma viagem tranquila.
Tivemos um contratempo já a noite, mas quem não tem uns "causos" muito loucos e inesperados para contar pós uma viagem dessa, alguma coisa tinha que acontecer. No Uruguai, muitas rodovias, vão parar dentro das cidades, mas é como algo inesperado, você está andando e de repente está no centro de uma cidade, e toda sinalização some, e você fica meio perdido, e isso aconteceu com a gente na cidade de Melo/UY.
Numa dessas, já havia acabado de anoitecer, estávamos dentro de uma dessas cidades, procurando a rodovia de volta, quando entramos em uma rua sem saída. Paramos o carro fomos a pé até um pessoal mais a frente pedir informações, e vimos que a rodovia estava logo ali na nossa frente, voltamos ao carro eeeeee.....a embreagem quebrou! Isso mesmo! Aí desce Andrezinha, toda linda, para empurrar o carro, pro Allex manobrar e sairmos da tal rua sem saída. E você deve estar se perguntando, mas por que o Allex não empurrou?? Porque sinceramente, eu não saberia mudar as marchas, sem embreagem, mas o Mozão sabe das coisas!
E deu seu jeitinho brasileiro, e seguimos viagem, mais ou menos 90km rumo a Jaguarão, passando as marchas no tempo! Enfim, deu tudo certo! Ufa!!
E enfim mais ou menos às 18hs chegamos a Jaguarão, e encontramos nossos queridos amigos Neiva e Paganini, nos esperando com um aconchegante café, licor, petiscos, tudo o que tínhamos (ou não) direito, e curiosos e ansiosos por nossas histórias, e nos receberam com um forte abraço como sempre. Sempre nos sentimos em casa no Hotel Paganini, esse casal é mais do que querido por nós. Enfim, fizemos uma boa refeição, e caímos nos braços do Morfeu, porque esse dia ficará para história, só o pó!